René Magritte nasceu na Bélgica no ano de 1989. Considerado um dos maiores
artístas surrealistas de todos os tempos, suas pinturas são manifestações de seus sonhos e de suas interpretações sobre a realidade.
O autor gostava de fazer fusões inusitadas de figuras como peixes com pernas de humano ou um sapato com dedos.
Pessoalmente acho suas obras impressionantes, muitas vezes desafiam a lógica e gera os mais diversos tipos de reações. Entre elas, uma que me chamou a atenção, foi sua pintura, conhecida como os amantes.

Nesse quadro, Magritte utiliza o seu pincel com uma perfeição acadêmica: a roupa dos amantes, a floresta ao fundo, as dobras e as sombras dos próprios lenços. Tudo é cheio de detalhes.
Essa imagem foi inspirada na morte trágica de sua mãe, quando ela se suicidou
jogando-se no rio Sambre. O corpo foi encontrado com uma camisola cobrindo seu rosto.
Essa imagem também inspirou os versos de Carlos Drummond:
“Os amantes se amam cruelmente
e com se amarem tanto não se vêem
Um se beija no outro, refletido”
Na minha opinião essa pintura funesta representa o casal alienado por um amor cego e incondicional. Esse apego exagerado demonstra que ambos perderam a própria identidade, ficando sem nenhum tipo de expressão ou distinção.
Outro foco interpretativo, seria de que o casal namora escondido, estando sob uma situação de tensão, correndo o risco de serem descobertos e identificados. Mantendo-se então no anonimato, com os seus rostos ocultos, preservam dessa forma o relacionamento.
A sensação impactante que essa obra causa, demonstra todo o potencial e capacidade artística de René Magritte, presente nos seus quadros e pinturas rigorosamente realísticas e que ao mesmo tempo foram expressos de um modo impossível de serem encontrados na vida real.
Não conhecia René Magritte, Inã. Nem o verso de Drummond… Agora conheço!
Belo post!
Beijos!
Pois é Jú!
As obras de René Magritte são diferenciadas, bem interessantes mesmo.
Vale a pena conferir de perto seu trabalho.
Bjs!
Magritte. Tem uma frase que diz que todo intelectual lembra do cachimbo de magritte quando se fala em “cachimbo”. 🙂
Abraço.
hahaha. É verdade. “Isto não é um cachimbo”
Abraços!
uma das belas obras de rené magritte e muito brega pós tem pinturas bregas e outras mas caliciosas
mas odeio as obras dele jaé…bégua e nois sempre pos quem e vida loka nunca gosta de pinturas brega e nois sempre vida loka tbem ama….sempre…♥
VIDA LOKA E NOIS NEGUINHOOOOOOOOOOOO…..
Brega na verdade, foi o seu comentário!
Rs
Gostei muito do texto e de quebra ainda sou apaixonada por esse quadro.
Parabéns pelo blog!
Foi muito agradavél e instigante conhecer um pouco mas a fundo o trabalho de René Magritte, um verdadeiro gênio e conhecedor dos recursos imageticos.SHOW DE BOLA!
eu adorei o quadro e a sua historia, e realmente linda!
e acredito eu que pessoas que nao gostaram .
e porque nao intendem o talento e o coraçao
do ser humano, e desse grande artista rene magritte……
bjao te admiro♥
Oi Luana,
Fico feliz que tenha gostado dessa minha homenagem a esse grande artista que é Rene Magritte.
Desde já agradeço o seu comentário.
Bjs.
Para mim, esta obra apenas completa a outra em que os dois se beijam. Retrata angustia, dor, mentira e sufoco. Todo o circo que montamos quando nos damos conta que a paixão já não existi mais, mas temos que continuar a viver ao lado da pessoa errada. Não há horizonte nesta obra, os olhos estão vendados… Cada um olha para um ponto diferente… Não há como estar bem sendo sufocado!