Aquele sentimento nasceu, como nasce uma flor espinhosa em uma terra erma e obscura. Naquela ocasião, minhas propriedades intelectuais, não serviram de nada.

Senhores, na vida eu tive muitas realizações. Tive uma infância tranquila, fui um funcionário público bem sucedido e na medida do possível politizado, procurando sempre entender e lutar contra meus preconceitos.
Na mesa de bar, lugar que gosto de expor minha vaidade, condeno a postura dos meus amigos em um relacionamento amoroso. Explico a eles que a traição não existe, a mulher não pode ser tratada como se fosse uma propriedade privada do homem. Puro machismo! Porém, fiz exatamente tudo o que recriminei…
A minha capacidade de racionalização acabou quando entrou em jogo a emoção. E essa puxou as rédeas da razão e em seguida chicoteou minha frágil concepção.
Aquela mulher, linda e bem resolvida, conseguia fazer eu perder o controle com uma facilidade incrível. Sim, não falei pra vocês, o nome dela é Mariana, sendo ela uma advogada prestígiada e portadora de uma beleza rara e um sorriso capaz de derrubar navios.
Naquele dia em que Mariana sorriu e me disse que estava se relacionando com outras pessoas, uma pequena dor brotou em meu peito. De uma forma covarde, não tirei sua razão e concordei com suas escolhas. Calado comecei a me fechar…
Deitado em minha cama, ficava me remoendo pelos motivos mais fúteis. Aquele incomodo foi aumentando, aumentando, aumentando… basta!
Lutei de todas as formas possíveis. Tentei me afastar de Mariana, refletir, mostrar para mim mesmo o quanto sou ridículo e limitado. Porém levei uma surra de minha consciência. A quem estou enganando esse tempo todo? Esse sentimento vil, me condena, é mais forte do que eu. Ou será que ele sempre existiu ?
Estava confuso, um dia… um dia aquilo explodiu. E posso dizer a vocês que não foi nada agradável. Não, não foi uma daquelas brigas que um sai quebrando tudo e o outro vem atrás vomitando ofensas.
Foi o assassinato da minha moral. Fui eu na minha forma mais crúa. Nesse instante, parei de me importar com o que as pessoas pensavam ao meu respeito. Foi quando matei por amor.
E gozei!
A capacidade de racionalização acaba quando entra em jogo sua emoção. E essa puxa as rédeas
da razão e em seguida a açoita, deixando cada um de nós com uma reação um tanto quanto
inesperada.
Aquela mulher, linda e bem resolvida, conseguia fazer eu perder o controle com facilidade.
Sim, não falei para vocês, o nome dela é Mariana, sendo ela uma advogada prestígiada e
portadora de uma beleza rara e um sorriso de derrubar navios cargueiros.
Naquele dia em que Mariana sorriu e me disse que estava se relacionando com outras pessoas,
uma pequena dor brotou em meu peito. De uma forma covarde, não tirei sua razão e concordei
com suas escolhas. Calado comecei a me fechar…
Deitado em minha cama, ficava me remoendo pelos motivos mais fúteis. Aquele incomodo foi
aumentando, aumentando, aumentando… basta!
Lutei de todas as formas possíveis. Tentei me afastar de Mariana, refletir, mostrar para
mim mesmo o quanto sou ridículo e limitado. Porém levei uma surra de minha consciência. A
quem estou enganando esse tempo todo? Esse sentimento vil, me condena, é mais forte do que
eu. Ou será que ele sempre existiu ?
Estava confuso, um dia… Um dia aquilo explodiu. E posso dizer a vocês que não foi nada
agradável. Não, não foi uma daquelas brigas de novela que um sai quebrando tudo e o outro
vem atrás vomitando ofensas.
Foi o assassinato da minha moral, fui eu na minha forma mais crúa. Foi quando eu parei de
se importar com o que as pessoas pensam de mim. Foi quando matei por amor.
E gozei!
Deixe um comentário